Recomendação Bibliográfica Do Mês: A Saga De Will

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Saudações!

Desta vez venho lhes recomendar uma obra de Cheyla Furtado, uma escritora de minha cidade, Fortaleza, cujo livro foi extremamente bem elogiado pela mídia local em seu lançamento.

Ao me deparar com ele em uma de minhas visitas à minha livraria favorita, fiquei bastante intrigado em relação ao que li na contra-capa. Porque não? Comprei e estou lendo o livro. Não me arrependi e com certeza não me arrependerei ao término do mesmo.

A Saga de Will , como se chama o livro, conta a história de um jovem que vive em Gaia e é convidado a conhecer um novo “mundo” onde, descobre ele, sua mãe viveu por muitos anos e desempenhou um papel de grande importância. As pessoas deste mundo, chamado Reino de Liz, são culturalmente diferentes por estudarem e darem atenção a assuntos que, por muitas vezes, são deixados de lado em nosso mundo como cultura, artes, ecologia, etc.

A leitura do livro é extremamente agradável para aqueles que gostam de filosofia e história, visto que o mesmo puxa muito para estes conhecimentos no decorrer e descrição dos fatos que envolvem personagens como Leonardo da Vinci, por exemplo. Além de filosofia e história, o livro acaba puxando bastante para o lado da ficção envolvendo magia e aspectos ligados a uma espécia de “viagem” entre as notas musicais como parte do trajeto até o Reino de Liz.

Segue uma breve sinopse da Obra retirada do site da livrariacultural:

‘A Saga de Will’ conta a história de um menino que mora em Gaia e, ao receber a visita de uma sibila chamada Ana, aceita o convite para viajar até o Reino de Liz, um reino mítico, dividido em sete terras, com personagens que definem papéis de cunho social, político, científico, filosófico e mágico. Primeiramente a viagem dá-se através das Notas Musicais onde as experiências vividas por Will, Ana e Felipe – o representante das Matas de Liz – são em análogo aos diferentes estágios da cognição do homem. Durante a viagem, as crianças interagem com o senhor Leonardo Da Vinci que lhes apresenta a história das artes visuais. O rio Lete – rio do esquecimento- separa o Reino de Liz, do Mundo de Mus que, em analogia a Alegoria da Caverna, de Platão, é o mundo das ideias inteligíveis. Nesse Mundo, William de Liz percebe que o Universo ordenado não mais o é ao molde primevo dos gregos e aprecia a desconstrução das artes através da filosofia moderna.‘

Fica a recomendação. :p

Abraços!

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